Moral da História | Um Dia




Oi, pessoal, tudo bem?

Quero começar sugerindo que digamos mais verdades. Sim, porque todo relacionamento esconde alguma coisa. "Será?", alguns se perguntam. Sim, todos eles. Pode ser uma saudade, uma vontade. Pode ser uma opinião ou algo que não faz exatamente diferença. Todo relacionamento tem essa coisa que tanto me incomoda. Na verdade, o que me incomoda mesmo é quando um dos dois não sabe ceder. Por que será que há tantos casais que quase viram casais e nada acontece? Por que será que há tanto amor encontrado fingindo não se encontrar?

A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

Quando li "Um Dia" pela primeira vez, foi isso que me perguntei. Não só pela relação entre os protagonistas, mas pelo tanto que me identifiquei com Emma Morley. Ela é o tipo de personagem que faz a gente se perguntar sobre futuro, sobre amor e sobre ser fiel ao que esperamos. Quando conheci Dex, no entanto, percebi que o livro é tão realista quanto a proposta. Ele é o típico melhor amigo que é bom nisso, mas que não reconhece a própria friendzone quando precisa dela. Achei o livro tão bacana quanto surpreendente e eu, particularmente, amei a sensação do final. É legal quando encontramos livros assim, não? Pois é. E eu precisei ler três vezes - a terceira para este post - para me dar conta do que pode ter sido a cereja do bolo: o amor também se esconde.

Não sei se foi essa a intenção do autor, mas gostei de perceber que o amor, por mais livre que seja, não é claro o tempo todo. Não aparece o tempo todo e definitivamente se perde quando a gente não enxerga. Aliás, gostei tanto que assisto ao filme sempre que me lembro. Dex e Emma mostram com propriedade a amizade entre dois estudantes que tem todas as características de um amor passageiro, mas que dura como se fosse a de um casal. É incrível, por mais simples que seja. E é íntimo sem ser vulgar.

É óbvio que de todas as colunas que escrevi até agora, essa é a mais longa. Mas acho que é a mais significativa também, porque, de alguma forma, me fazer pensar mais do que eu pensei que poderia. Se estou no caminho certo não sei, mas acho que a moral dessa história fez sentido para mim. E eu quis contar.

Beijos e até a próxima!
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