Moral da História | A Garota do Calendário - Janeiro



Sempre penso em que linha seguir quando escrevo a Moral. Alguns livros me tocam e me fazem escrever, outros me parecem tão interessantes que preciso escrever sobre, como uma resenha. A escolha de hoje, por exemplo, é um desses livros.


A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

A Garota do Calendário
é uma série erótica que tem feito a cabeça de muitas leitoras. Confesso: comecei a ler por conta disso. Assim como aconteceu com Cinquenta Tons de Cinza, comecei a ler para saber que tanto falavam de tais personagens. E me surpreendi, porque avaliei a leitura de acordo com o que a autora quis passar, não de acordo com os costumes ou comportamento de quem mais poderia ler. Eu li sob os olhos dos personagens, e isso também fez a diferença no primeiro livro da autora Audrey Carlan.

Mia Saunders tem tudo para ser julgada: é uma jovem bonita e inteligente que, para salvar seu pai das ameaças de um agiota, concorda em trabalhar para sua tia em uma agência de acompanhantes de luxo. No entanto, é interessante o rumo da história. Ela não precisa fazer o que não quiser, mas ganha um adicional caso faça e isso é estabelecido em um contrato. Pronto: contrato. A palavra que bastava para que várias leitoras criticassem o livro ou o comparassem com outros. Ainda assim, julgar é precipitado. Em Janeiro, ela conhece Wes, um surfista de Malibu que só precisa que ela o acompanhe em alguns eventos. Se ela cumpre o acordo? Sim. Se ela o conhece melhor? Também. Mas é o pano de fundo que interessa, porque é a partir do que ela pensa que a história acontece e suas decisões e no que são pautadas estão presentes o tempo todo. 

O primeiro livro de Audrey merece ser lido sem pensarmos somente no romance erótico, embora as cenas sejam construídas na medida. O que me mais me agradou, além da leitura fácil e nada enjoativa, foi a narrativa, em primeira pessoa. É difícil não torcer pela Mia ao final, eu confesso. Mais um livro que vale ter na estante.

E então, gostaram? Quem já leu?

Na próxima coluna, falarei do segundo livro. =*
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