Moral da História | A Garota do Calendário - Fevereiro



A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

Audrey Carlan virou queridinha fácil, fácil. Apesar de muitos leitores considerarem seus livros leves, ou mesmo superficiais, como já li por aí, alguma coisa me prende a cada leitura. Seus romances são leves, sim, mas no quesito narrativa, porque nos quesitos enredo e intensidade ela tem se saído bem. Hoje, por exemplo, é dia de comentar sobre o segundo livro da série "A Garota do Calendário", o de Fevereiro.

Ah, Alec Duboi... Um dos personagens mais melosos, espertos e convincentes que já li. Não há como não se apaixonar por ele, muito embora Mia faça com que não tiremos o Wes da cabeça. Com ele, Mia só tem um desafio: ser sua musa. Mesmo que isso inclua posar nua. Aliás, esse é o único problema, uma vez que, aos poucos, ela entende exatamente o que ele precisa que seja. 

A história é bacana porque, pela primeira vez, há a dúvida entre um cliente e outro e porque Alec, apaixonado que é, acaba ensinando Mia a se amar de verdade. E também a surpreende, pois, quem, em sã consciência, esperaria que um francês de sotaque sexy fosse tão amigo, preocupado e maduro?

Em suma, a Moral da História de hoje é simples, muito simples: antes de amar qualquer pessoa, ame a si mesmo. Mia precisou que alguém a ensinasse, mostrasse o seu valor, mas a lição é clara.  
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