Moral da História | A Garota do Calendário - Abril



A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

Quarto livro da série, mais um que indico. "A Garota do Calendário" ganhou minha atenção nas primeiras páginas e, no mês de Abril, isso só se manteve intacto. Agora, Mia está em Boston. E precisa fazer com que a imagem de Mason Murphy, arremessador do time de beisebol Red Sox, se mantenha, pois ele vem se perdendo em meio a tantas bebidas e mulheres, o que claramente tem desagradado os patrocinadores. 

Ponto positivo nessa história? O fato de que Mia nem sequer precisará deixar de lado 
seu estilo. O ponto negativo? O fato de que Mace é nada menos do que um homem machista e metido a poder tudo. Acredito que, diante disso, seja evidente que durante a história é Mia quem se mostra outra pessoa. Primeiro, porque ela é uma das primeiras a colocá-lo em seu lugar. Segundo, porque à medida que conhece Mace, percebe que tudo isso é apenas uma casca e que existe alguém que mexe com ele, mas que ele não sabe como conquistar.

O quarto livro da série vem bacana e com um personagem principal no maior estilo odeio, mas salvo. Traz também a ideia de que todo mundo pode mudar e que algumas pessoas só conseguem enxergar isso com um empurrãozinho. Ah, e claro, achei bacana que alguém especial para a Mia aparece novamente. Não que faça diferença, porque não faz, mas é um adicional.

Se vocês gostam do gênero e ainda não leram a série, acho bom começarem.
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