Moral da História | O Guardião




Até que ponto enxergamos a verdade? Até que ponto vale se culpar? Vale deixar passar o que sempre esteve ali, do nosso lado?

Em O Guardião, do Nicholas Sparks, Julie Barenson precisa reencontrar o sentido do amor, e o sentido da própria vida, após a morte de Jim. Ele havia sido de papel importantíssimo em sua vida, mas, sem ele, a única saída é tentar a felicidade ao lado de Richard, alguém tão dedicado. Não fosse um detalhe: Mike. Amigo de seu marido, ele agora demonstra um interesse ainda maior por ela e, mesmo que o sentimento esteja aberto ao irmão e mesmo que a própria Julie o reconheça, é difícil se declarar. Primeiro, pelo que houve. Segundo, por receio.

A história seria mais uma narrativa simples do autor, não fosse o fato de que psicologicamente o apelo é forte. E é a jornada de Julie que a cada capítulo recebe um novo teor. Após a leitura, sinceramente, tudo que pude pensar foi: por quê? Por que tinha que ser assim? Será que não havia outra escolha? Outro amor, outra situação? Até que ponto - assim como no começo do post - estava escrito?

Livros que me deixam confusa: amo. Livos que me fazem sentir como uma adolescente apaixonada: amo. Livros do Sparks: amo e odeio. Aliás, quando você lê praticamente todos os lançamentos de um mesmo autor, começa a perceber seus tiros e seus erros. O do Nicholas, de fato, é ser mais do mesmo. E com O Guardião eu queria mais.


Quem já leu e o que achou? Vamos conversar!

Proxima
« Anterior
Anterior
Proxima »

Querido leitor,

Seus comentários deixam o nosso cantinho ainda mais especial. Agradecemos muito a sua participação! Até o próximo post! ;)

Equipe do Citação
ConversãoConversão EmoticonEmoticon

Obrigado pelo seu comentário