Moral da História | O Desafio


A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

Pessoas mudam? Por amor, todos podem mudar?

Se você me perguntar o que guardei de maduro, de profundo ou significativo dessa leitura, eu vou dizer que foi essa pergunta. O motivo? O óbvio. O personagem principal, que apesar de encontrar o amor verdadeiro, tem todas as características de um verdadeiro canalha. Dadas as condições e a questão cultural que envolve o comportamento correto ou não de um homem, no entanto, me pego pensando quanto de realidade há em cada livro e no motivo pelo qual ainda nos apaixonamos por personagens que experimentam uma evolução no enredo.

A resposta? Redenção. Redenção vende, mas também agrada porque tem um toque inevitável de verdade. Afinal, todos podem se redimir. Ao ler "O Desafio", entrei em um looping. Gosto ou não gosto de Jack? Agiria ou não como Char? A ajuda da vovó o torna menos culpado? Apesar do sentimento, não consegui largar o livro. Não quando o assunto é o lado excêntrico de ser e o fato de todos serem adultos, não meros adolescentes, o que faz com que considerem muito mais o que parte de dentro do que qualquer convenção.

No segundo livro da série, Rachel Van Dyken aumenta a dose de risos e mostra em poucas páginas a que veio. Romance, risadas e sexo. Não nas cenas, mas nos diálogos. Se tem um livro que eu indico para divertir, é esse.
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