Moral da História | O irmão da minha melhor amiga


A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.


Ok, chega de jogo. Chega de brincar com os sentimentos um do outro. Chega, Alice, eu não consigo mais. Você sabe o quanto nos gostamos e sabe como as coisas aconteceram entre nós. Sim, eu admito, eu sabia que era você. Eu sabia e não quis dizer, além de me zangar depois. E de causar tudo isso. Mas, sabe, eu gostei. Não quis admitir desde o começo, mas eu gostei. Gostei do seu cabelo, do seu toque. Do jeito com que me beijou e acreditou até o último minuto que eu acreditaria ser outra pessoa. Eu gostei, você pode me culpar. Mas, no meu lugar, você entenderia. Afinal, não é fácil amar alguém. Não como eu amo você.

Sim, eu precisava escrever. Assim como na primeira postagem, quando abordei o livro Apenas Uma Noite, optei por falar como um personagem em especial. Quem reconheceu? Neste livro, a autora J. S. Cooper escreve mais uma vez de forma leve e jovial. No entanto, o enredo não inova comparado ao livro anterior. Ela aborda o ciúme, a saudade e mantém a intensidade das cenas mais quentes, mas a fórmula parece a mesma. O que vale? O romance. Sempre o romance. <3


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