Música | Rock In Rio 2017 - Primeiro dia


Olá, pessoal! Aqui estou, mais uma vez, mas agora para falar de música. Mais especificamente, de um dos maiores festivais do gênero do mundo, o Rock In Rio. A edição desse ano está bem interessante, mas só pude participar da abertura, então vamos ter post somente hoje.

Claro que a atração principal, a Lady Gaga, fez com que alguns ânimos baixassem, mas nada que ofuscasse o evento em si ou a vontade dos fãs de fazer valer a noite. Como vocês veem, fui na companhia da minha mãe e da minha irmã, literalmente uma escadinha de edições, hehehe. Gravei alguns vídeos e como a postagem é especial, pois é uma cobertura, vou colocar todos, sem exceções. Bora?

Estrutura:

Estava bacana. Vários lugares pra sentar, espaços pra recarregar o celular (muito embora tomados pelas pessoas, depois de certa hora), banheiros lindamente separados, limpos e em quantidade (inclusive com roletas pra entrar e sair), vendedores de água, refrigerante e de outros patrocinadores, como o Doritos, vendendo biscoitos e aceitando cartão, inclusive, no meio do povo. Em matéria de comida? De Quiosque do Alemão à batata-frita no cone. O Bob's, sem dúvida, fez uso dos dois pontos de vendas gigante, mas a área Gourmet também foi sucesso e tinha opção pra todos os gostos, de verdade. Também havia bebedouros enormes em uma área descoberta, mas supriam a necessidade.

Destaque pra área Lounge PNE, que abrigava bicicletas e caideiras adaptadas pra portadores de necessidades especiais. Assim como os vários quiosques, assim dizendo, o espaço continha um terraço para pros clientes curtirem os shows e uma musiquinha durante o dia. Pessoas PNE também podiam ver os shows principais de um espaço elevado e adaptado, no meio da multidão.




Entretenimento: 

Além dos shows maravilhosos? Ih, bastante coisa! Roda gigante gigante mesmo, tirolesa bombando, montanha-russa que nem era tão grande assim e espaços interativos como o da Coca-Cola, o do Itaú, onde rolou o tiro do Pablo Vittar, o espaço digital, que interagia com o público, os estantes da Maybeline e Niely, que faziam maquiagem e o cabelo da mulherada (não fotografei esses dois), a calçada da fama e, claro, a Rock Street, onde assisti ao maravilhoso André Frateschi (ele deu um show, literalmente!). Teve até espaço pra quem quisesse declarar seu amor e Flashmob durante as músicas da Rock Street Band, foi incrível!







  








Palcos: 

O Palco Sunset reuniu uma galera muito, muito bacana e até o final do festival, literalmente às 4h da manhã, ainda rolava Toni Garrido e um pessoal de primeira fazendo música. A ideia era distrair o pessoal que, assim como eu e minha mãe e irmã, decidiram não sair imediatamente após o show do Maroon 5. Não filmei esse show por falta de bateria, mas filmei e curti muito o show que a Fernanda Abreu deu nesse palco. Só sucessos, só gente cantando e dançando e minha irmã, literalmente, assustada por eu estar curtindo tanto quanto todo mundo. Bom, que carioca não conhece a Kátia Flávia, né? kkkk



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Já no Palco Mundo, o centro de tudo. Ivete Sangalo levantou geral, mesmo gravidíssima. Só rolou sucesso atrás de sucesso e ainda pudemos vê-la ao lado de ninguém menos que a diva Gisele. Elas, sim, são divas. Não teve Lady Gaga, infelizmente, mas posso afirmar que o Maroon 5 levou a galera ao delírio mandando apenas sucessos da carreira. Já o Pet Shop Boys, bom, eu não curto, então confesso que fiquei perto do palco, mas sentadinha, tomando meu lanchinho e ouvindo Always in My Mind, que é a única que conheço mesmo. 5 Seconds of Summer levantou a meninada, mas confesso que mal sei quem são, então foi hora de descanso. Aliás, filmei vários momentos bacanas, mas pelo tamanho dos vídeos, o Blogger não deixou finalizar o upload (até aqui, tentei colocar três, mas só o do flashmob fluiu). De qualquer forma, tem foto de tudo! <3

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Pra encerrar, uma novidade no evento e que a galera curtiu, apesar de não ter sido tão grandioso: vários drones formaram imagens e símbolos do Rock In Rio pouco antes da entrada do último show. 





Pontos negativos:

Em matéria de ponto negativo, só ressalto a organização da saída. Sim, porque não é possível que apenas duas tendas tenham sido liberadas pra saída de tanta gente, ainda mais com a pretensão de conferirem pulseira por pulseira. Afinal, quem comprou, comprou e na entrada funcionou tudo lindamente. Não passamos mais de meia-hora, quarenta minutos na fila de checagem de bolsas, inclusive. Ou seja, demoramos quase uma hora entre finalmente sair do Parque Olímpico e entrar no táxi. Aliás, vale colocar positivamente, que é possível ir de táxi, sim. Na ida, ficamos na cara dos portões. Só na volta que a interdição aumenta e é preciso andar até quase o Shopping Metropolitano (ou qualquer ponto da avenida Abelardo Bueno) para pegar táxi ou carro.

Foi assim. Bacana, né?

Espero que tenha dado pra curtir um pouco desse dia memorável, especialmente pra minha irmã, e que vocês tenham curtido um pouquinho do festival. Vamos continuar vendo pela TV, né? Hoje é dia! Não deixem de comentar por aqui o que acharam e se vocês também vão marcar presença. 


Citação, obrigada pela chance de cobrir o evento! Feliz que tenha dado certo. 






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