Moral da História | Álbum de Casamento




Não é todo mundo que curte a Nora Roberts. Confesso que comigo a impressão era a mesma: autora chata e detalhista. Até que ganhei das amigas o terceiro livro do Quarteto de Noivas, para completar os que havia recebido de troca. Pronto, foi questão de tempo até mergulhar no primeiro volume e me apaixonar! Com uma narrativa gostosa e convidativa, li num só ritmo o que promete continuações bem bacanas.

Sendo assim, para liberar a coluna de hoje, me inspirei na personagem principal, Mac. Comecei pensando em uma poesia, mas me peguei refletindo sobre um tema que gera certa polêmica, até nos mais românticos: compromisso é garantia?

Ao conhecer a história de uma fotógrafa por vocação que simplesmente se vê apaixonada pelo cliente, um cliente que, a princípio, não pode passar de um cliente, mas também se apaixona por ela, comecei a considerar. Até que ponto, abertamente falando, é errado nos envolvermos em um ambiente de trabalho? A inspiração de Mac mudaria de foco, a nossa inspiração perderia o foco? Quando sentimentos são a regra, é difícil julgar, a menos que, claro, exista um terceiro elemento (bom, parto eu deste princípio). Na narrativa de Nora, essa situação configura uma dúvida, uma briga interna e velada, que precisa de um empurrão ou de alguém que se proponha a dizer que aquilo pode, sim, acontecer.

Acho que a Moral da História de hoje se resume ao fato de que o amor não vê casa, nem rosto. Que nem todos podem ser vividos, mas nem todos podem ser deixados de lado. Tudo depende, e sempre, do que entendemos por correto, por aconchego e paz. Posso dizer, com toda a certeza, que me encantei pelo livro. Mal posso esperar pelas próximas leituras!

E aí, quem já leu? Não deixem de comentar!

Carol Gama
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