50 TONS DE LIBERDADE



Oi pessoal! Como está o carnaval de vocês? Que tal um cineminha? Um dos lançamentos mais esperados desse ano, e com certeza um dos mais esperados pelo público feminino, senão o mais. Eu, Valesca Abranches e a Carol, Carolina Gama, fomos assistir para poder contar para vocês.

Então vamos lá! O que o leitor de série 50 Tons vai fazer no cinema quando vai assistir a adaptação dos livros? Imagino eu que seja procurar imagens para aquilo que imaginou, mas acima de tudo reviver as cenas que lhe emocionaram. Acho que é assim em qualquer adaptação, a gente quer reviver aquilo, reviver cada momento.

Claro que quando livro vira filme nunca é a mesma coisa, e Cinquenta Tons de Liberdade não é diferente dos dois primeiros filmes, corta muita coisa, feliz de quem não teve a sua cena preferida cortada e azar de quem teve. Inevitável! Os felizes vão elogiar e os azarados vão xingar.

Mas e aí? O que importa é que a história está lá, contada meio as pressas, sem detalhes, algumas pequenas mudanças, algumas coisas passam batidas, mas tudo que é importante está lá. O filme tem um ritmo bom que não te deixa ver o tempo passar, os atores estão bem, e lindos como sempre. Muitas cenas de fazer o coração palpitar e aquelas outras coisas típicas de 50 tons. Você vai rir, vai chorar e o final é aquela fofura!

E ainda tem as participações de Tyler Hoechlin (Derek de Teen Wolf e o Superman de Supergirl), Brant Daugherty (Noel Kahn de Pretty Little Liars) e Arielle Kebbel. Eu quase GRITEI quando vi Noel e Derek aparecendo assim só para iluminar a noite! rs

O filme não corrige as falhas do texto da E.L. James, aquelas críticas que todo mundo tá careca de ouvir, mas foi um belo fechamento para a trilogia de filmes. Eu gostei e confesso que vou sentir muita saudade de ver Jamie Dornan encenando o Christian.



E você Carol? Qual a sua opinião?

Minha opinião sobre a adaptação não poderia ser diferente da sua, Val! O terceiro e último filme da franquia foi mais do que um encerramento: foi a certeza de que uma série erótica pode, sim, fazer sucesso e pode, apesar de muitos pensarem o contrário, trazer situações e personagens desafiadores.

Gostei de como o enredo foi trabalhado, gostei muito dos diálogos e de como o nosso Christian Grey finalmente apareceu: puro, de verdade. Achei natural, sabe, achei que ficou clara a intenção dos dois ao estarem juntos e amei, absolutamente amei entender mais ainda do que se passava na cabeça da agora Sra. Grey à medida que as situações aconteciam. Diferente da impressão do primeiro filme, que para mim é o pior dos três, apesar de pontos positivos, enxerguei uma personagem mais forte, centrada e decidida, claro que do jeito dela.

E continuo pensando o que pensava da série, inclusive: não se trata de um enredo fraco ou que torna fãs alienadas ou em posição passiva. Trata-se de um enredo de ficção que mostra claramente que o importante é sabermos o que queremos e com quem queremos. Afinal, entre quatro paredes, cada casal é que sabe de si.

 Então é isso, assistam, curtam muito, se despeçam em grande estilo! Bom cinema e bom carnaval para vocês!

Ahhhhh.... não esqueçam de passar no mercado e comprar sorvete!

Beijos nossos!


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