Moral da História | Doze por Doze


E se a primeira Moral do ano estiver diretamente ligada ao nosso #desafionumclick? A partir de hoje, até que o desafio termine (que desafio? Esse aqui), todas as colunas serão baseadas nas opções que definimos. Que tal? Achei bacana, até porque estou cheia de livros parados na estante que merecem atenção. Doze por Doze, por exemplo, é um deles.

A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

 Publicado sob os cuidados e organização do Nem Te Conto, comandado pela escritora Thati Machado, o livro reúne contos de doze escritores nacionais. Isso mesmo! Doze escritores, doze histórias diferentes e uma iniciativa que sem dúvidas gerou resultados e continua gerando. Mas, vamos falar do que eu li?

Cada conto remete a um mês do ano, cada conto tem um ponto específico a ser abordado. Pode ser um amor do passado e a perspectiva do novo, como em "Salada Mista" - da Karina Rocha, pode ser a tensão do mês de novembro e o que encontramos quando menos esperamos, como em "Incógnitas de novembro" - do Augusto Alvarenga. Cada história, por menor ou mais detalhista que seja, conta um momento importante na vida de protagonistas que a qualquer momento podem ser nossos vizinhos. Ou colegas de classe, ou colegas de trabalho.

O que mais gostei na leitura, além da variedade de temas e de muito amor adolescente foi isso, a facilidade com que me vi em algumas personagens. Isso é bacana porque faz com que o leitor se identifique e, claro, já conhecendo um pouco um dos autores ou alguns deles, fica mais fácil a introdução à leitura, que ainda chama a atenção para os contos - uma categoria que vem sendo explorada de forma mais ampla desde então.

Foto #desafionumclick - Carol Gama


Pontos positivos? O que acabei de mencionar. É um livro leve, que sugere leituras em pausa ou corridas, se o leitor preferir. Típico livro gostoso de férias ou aquela forma que a gente encontra de se sentir bem com a realidade.
Pontos negativos? Senti falta da orelha e ainda me incomodo um pouco com as páginas brancas, mas nada que me fizesse deixar de ler ou de gostar do projeto. Ah, encontrei erros de digitação também, mas de forma alguma interferiu na opinião sobre as histórias.

E aí, quem também leu? Quem curtiu?
Não deixem de comentar e participar do desafio!

Até a próxima, 
Carol Gama
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