Moral da História | Labirinto de Espelhos



A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história.

Minha grande dúvida é sobre como começar esta postagem. Eu poderia, na inspiração do momento, escrever um poema ou mesmo algo que signifique o que senti com a leitura, mas também posso resenhar o livro e definir em algumas linhas o quanto gostei do que li. Bom, considerando que estamos em pleno #desafionumclick, que eu estou em pleno desafio, optei por resenhar. Mas não comento nada com vocês sem antes dizer que: "Labirinto de Espelhos" é uma delícia de ler e precisa, precisa e rápido, de um desfecho.

Eva é uma jovem normal, uma adolescente. E convive bem com Beka, sua melhor amiga, algumas outras melhores amigas e com Noah, não fosse o fato de que ele foi embora. Sim, foi embora e deixando claro que sentia algo mais por ela. Fora este detalhe, que permeia sua história e mexe com ela de vários sentidos, ela vive uma vida tranquila ao lado da mãe, entre seus plantões e noites de filmes e conversas. O mundo de Eva só muda quando, diante de um pequeno incidente, ou seria acidente?, conhece alguém que a tira de si.

William é centrado, sério, misterioso. É o tipo de protagonista que vai ganhando o leitor devagar, à medida que age e demonstra o motivo de suas ações. Na verdade, é ele quem abre a história e é ele quem dá início a tudo que os dois passam, pois ele simplesmente sonha com ela. Pois é: ele sonha com ela há tempos, mas sempre que sonha, sempre que a encontra, não é reconhecido. Não sabe seu nome, de onde ela é, nada. Nada mesmo. Ou seja, é um grande encontro.

Aos poucos, o tema proposto pela autora ganha sentido e quando achamos que desvendamos tudo que há para ser desvendado, descobrimos algo mais. Algo que envolve William, Eva e mais uma série de pessoas, pessoas?, que nem sequer tínhamos conhecimento. Este é um livro que cativa pelas descrições, em primeiro lugar. Depois, pela maneira com que os dois protagonistas ganham a leitura, intercalando capítulos e tornando tudo, absolutamente tudo, algo gostoso de ler.

Parabéns para a autora, mal posso esperar para ler o segundo livro! Aliás, já quero uma opção no desafio... 
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