Trilogia Sábado à Noite - Babi Dewet


Título: Trilogia Sábado à Noite
Autor (a): Babi Dewet
Páginas: 1016
Editora: Generale
Classificação:   
Sinopse: Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. Amanda é uma adolescente como tantas outras, e ela não tem culpa de ser popular e a menina mais bonita do colégio. Isso simplesmente aconteceu quando ela cresceu. Seu melhor amigo de infância vive se metendo em encrencas com seu grupo bagunceiro e, apesar de serem como irmãos, eles não se falam em público.

Olá galera! Vou ser muito sincera com vocês, a muito tempo, eu não gostava tanto de uma saga! Algumas que li ultimamente, nem resenhei para não ficar falando mal. Mas Sábado à Noite me deu uma revigorada no ânimo de ler sagas. Uma pena enorme que o primeiro livro está esgotado e só em e-book, porque taí uma história que acho que eu teria prazer em reabrir o livro para folhear (amo o meu Kindle, mas folhear não é a mesma coisa). Se publicarem de novo, eu compro! 
Eu não esperava muita coisa, uma história de cinco amigas que se envolvem com cinco amigos e tudo se encaixa direitinho (quase isso). Honestamente, não sei vocês, mas eu pensei na fantasia de uma adolescente e seu grupo de amigas, todas loucas por um grupo de meninos, que podem ser da escola, uma boyband, ou atores de um seriado que seja, mas onde cada uma tem seu favorito e sonham em todas elas se relacionarem com eles. Daí uma delas resolve imaginar uma história de como poderia ser, e daí nasce uma fanfic ou um romance no Wattpad.


E o primeiro livro é mesmo muito por aí, bem fantasia adolescente, onde pais só servem para atrapalhar o andamento da história, onde você quer uma liberdade que raramente se tem, mas principalmente onde o cara que você gosta, se interessa por você, o que sua amiga se interessa se apaixona  por ela, o da outra amiga também e assim por diante. Se fosse diferente  de algo sonho de adolescentes, era provável que Carol gostasse de Bruno, mas Bruno amasse Amanda, que amaria Daniel, que teria ficado com a Guiga, que depois até namoraria o Fred, que seria ex da Anna, que nunca olharia para o Caio e acabaria namorando a Maya e brigando com Rafael. Porque na vida real o encaixe nunca é tão perfeito infelizmente! Mas quem liga se o livro é assim? Realmente não acho que isso tenha a menor importância, porque: o que proíbe um autor de criar uma história onde tudo se encaixa e lindos casais se formam (quase isso de novo)? O livro é fofo sim.
Assim é o primeiro livro, um romance adolescente, meio ingênuo, muito fofo, com muitas emoções e muitas questões adolescentes, que me prendeu do início ao fim, e me fez emendar direto no segundo livro, até porque o final do primeiro é bem triste.

Mas foi a partir do segundo livro que eu comecei a me envolver e me apaixonar pela trilogia, até então eu estava gostando, mas a partir do segundo livro eu fiquei depende da história, foi um amor que foi crescendo difícil de explicar. O segundo livro me fez chorar litros, olha que eu odeio livro chororô, mas ele não é assim, porque tem outros sentimentos envolvidos, equilibrados de forma a tornar a leitura muito mais densa e complexa, e ainda assim, envolvente. Eu não sei em que anos os livros foram escritos, mas a evolução da escrita da Babi de um livro para o outro é enorme. Nesse segundo, ela está muito mais madura.


O que eu mais achei legal nesse segundo livro, é que eu tinha terminado o primeiro muito decepcionada com a Amanda, mas no segundo, apesar dela continuar uma adolescente muito covarde, eu me encantei por ela, eu criei laços de empatia com ela como se ela fosse a minha melhor amiga. E por mais que o Daniel agisse como um idiota, eu estava achando ele um idiota irresistível! Apesar que eu teria caído de quatro é pelo Bruno! Mas eles são todos muito apaixonantes!
A história poderia ter parado no segundo livro, achei o epílogo uma fofura. Mas eu queria saber mais deles, de todos os casais. Então parti para o terceiro livro cheia de apetite!

No terceiro livro, tem um salto temporal, eles já são jovens adultos e não mais adolescentes. Os problemas são mais complexos: dinheiro, sucesso, responsabilidade, sexo, drogas e amadurecimento. Claro, Daniel continuava idiota, mas como eu torci para ver esse idiota feliz! O livro é muito bom, emocionante sem ser piegas ou apelativo. Nenhum jovem precisa cometer suicídio, ter câncer ou morrer num acidente de carro para emocionar, eles emocionam com sentimentos de amor e amizade, sem ficar pesado.

E o final é uma graça, só senti falta de ler mais sobre Bruno e Carol, e Maya e Rafael.

Eu fiquei com a impressão de que a Scotty, era inspirada nos caras da banda britânica McFly, inclusive aproveitei para ouvir muito enquanto lia, mas com certeza tem muita referência pessoal da autora nesses personagens, especialmente no primeiro livro.

Vão lá, leiam e divirtam-se! Enquanto isso, espero sair o segundo livro da trilogia Cidade da Música, também da Babi, que eu já resenhei o primeiro livro, aqui no blog.


Beijos!
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