Moral da História | Labirinto de Ilusões



A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história. 

Eu falei que conseguiria uma forma de ler o segundo livro da Bárbara neste desafio, não falei? Pois bem, senhoras e senhores, eis a Moral sobre um dos livros mais fofos que li nos últimos meses: Labirinto de Ilusões. A definição fofa é única e exclusivamente por um motivo: Edgar. Não, melhor dizer William. E Eva. Ah, vai, é difícil! Bom, na coluna de hoje, como ando escrevendo um triângulo amoroso, quis me inspirar em um casal nada provável, mas que eu amo. Nada provável, bem, quase, né...

O que será que Eva sentiria se, na realidade, Edgar fosse o seu futuro? E se ela se apaixonasse por ele e não por William? Como seria sua história, como seria o desfecho de um enredo tão amarradinho? Inspirada como estou, só podia escrever uma carta. Partiu conferir?

Querido Edgar,
(Querido? Aff, Eva!)


Se eu também dissesse que não, estaria mentindo. Não consigo deixar de pensar no jeito com que conversamos ontem. O jeito com que cuidou de mim, olhou por mim e tudo mais. Lamento dizer isso, mas William não teria agido assim. Não mesmo, nem queria mencioná-lo ("mencioná-lo", minha professora  de Português teria adorado ler isto), mas é assim que me sinto agora. Desde o começo você esteve tão, tão próximo... como eu pude sentir algo tão forte por outra pessoa? Aliás, será que você me escolheria se fosse diferente? Eu sinto que sim, mas temo por William. Não sei o que seria de mim sem ele, sem as descobertas que fizemos juntos, incluindo a sua presença e a de Dante. Mas, apesar de soar ridícula agora, tenho certeza de que fizemos as escolhas certas. Isso porque nunca deixei de te notar, apesar de você ser sempre apressadinho. Isso porque nunca pensei que a minha vida mudaria não uma, mas duas vezes. Sinceramente, tem sido como o inferno segurar todo esse sentimento quando não estamos sós, mas sinto como se tivesse um anjo, alguém escolhido só para mim. Sim, sim, e eu sei que as asas não são brancas.


Que tal? Aprovada no quesito devaneio?

Me contem se já leram!!!
Este é meu sexto livro no nosso desafio! Agora vai!
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