Moral da História | Noites de Tormenta



A coluna Moral da História tem como objetivo trabalhar a moral de cada leitura. A cada 15 dias trago reflexões, poesias, textos ou comentários inspirados nos livros que li (nada de trechos copiados do livro), contando o que aprendi ou senti com cada história. 

É difícil não pensar no amor com as histórias do Nicholas Sparks. Afinal, este é sempre o tema central, seja em família, entre amigos ou a partir de um relacionamento. E Noites de Tormenta, minha sétima leitura para o #desafionumclick, veio como um click de verdade. Me deixei levar por uma história cujo filme eu havia assistido, mas ainda não tinha experimentado a leitura (não que eu me recorde). Por isso, não falarei do livro em si, mas quero conversar sobre algumas coisas.

O que é amor, pra vocês? O amor acontece em idade jovem, em idade adulta? Existe mesmo um grande amor? 

A resposta das perguntas é sempre enigmática, sempre difícil de ser definida. Mas, tendo lido tantas outras obras do autor, a sensação é de que alguma ideia se faz. O que é esse sentimento? Quando o encontramos? Após a leitura do livro, após entender o que era preciso em um relacionamento entre mãe e filha e entre um relacionamento entre homem e mulher, concluí que a vida dá sim as cartas necessárias, mas a virada de cada uma não depende de destino algum. O motivo? Não importa o que aconteça ou o quanto nos desdobramos ou deixamos de nos desdobrar, a vida sempre encontra um jeito.

Ao abordar o tema amor, ao colocar no livro um amadurecimento, uma amostra de busca pela verdade e pela serenidade, como eu pude perceber, o autor mostra, mais uma vez, que nem sempre as ideias jovens e floreadas, recheadas de romance típico adolescente, são as ideais. Sim, porque toda a vida nos deparamos com questões parecidas e fantasiamos ou idealizamos parceiros que não devem ser criados na nossa cabeça. O amor, ao que aprendo, acontece sozinho e pode chegar em qualquer fase da vida, sem necessariamente anular uma ou outra. Aí mora a dúvida da personagem principal, aí mora a mudança do protagonista. Em que momento o que sentiram foi maior do que o que já sentiram antes?

A Moral de hoje traz nada mais que um pensamento. Um livro que, depois de tantos outros e de tanto tempo de lançamento, pode, sim, trazer reflexões. Fazer pensar sobre a nossa maturidade emocional, a nossa capacidade de dar e receber e o nosso entendimento sobre tudo que passa. Porque é uma verdade, tudo passa, é cíclico, só que, muitas vezes, perdemos tempo com o que já poderia ter acontecido se tivéssemos nos dado chance. Será que, de verdade, estamos nos permitindo?

Fica a dica de leitura, fica a dica de filme.

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